domingo, 16 de dezembro de 2012

Um Santo Natal e um Próspero Ano de 2013

A Direcção do Agrupamento 412 deseja a todos os Escuteiros, Familiares e Amigos um Santo Natal e um Próspero Ano de 2013

Uma Forte canhota em Cristo para todos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

sábado, 8 de dezembro de 2012

6ª Bateria da Raposa

A 6ª Bateria da Raposa (Fonte da Telha), tem 3 peças Vickers de 234 mm, montadas em torres blindadas fixas, com casamatas e paióis subterrâneos.
O Regimento de Artilharia de Costa (RAC) era uma unidade do Exército Português com a missão de assegurar a defesa costeira dos acessos aos portos de Lisboa e de Setúbal. 

Os Exploradores da Expediçao 66 irão acampar neste local nos dias 8 e 9 de Dezembro.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Acampamento de Patrulhas - Reviver BROWNSEA

O Acampamento de Patrulhas, a realizar, nos dias 8 e 9 de Dezembro de 2012.
  • A Concentração será na Praça de Espanha, Lisboa as 07:50h, Sábado, paragem Autocarro 159 TST, onde tomaremos o autocarro com destino á outra margem…
  • A chegada tem a hora prevista para as 17:20h, de Domingo, no mesmo local.
  • O custo da Atividade será de 13 Euros.
 

Como definimos ontem o Imaginário do Acampamento, sugerido por nós será... Reviver BROWNSEA, o primeiro acampamento escutista em 1907.
O local do Acampamento é surpresa a equipa de animação trata de fazer a reserva.

No próximo fim de semana devem já levar as seguintes informações que vos pedimos ontem, tudo com base no Imaginario com é obvio e...Sem falta

  • Confirmações de quem vai ao Acampamento,
  • Ementas por Patrulha,
  • Programa de campo por Patrulha,
  • Actividades por Patrulha,
  • Provas Apelo para os Noviços e Aspirantes,
  • Peças Fogo Conselho,
  • ...

No próximo fim de semana devem também preparar o material a levar e distribuir pelos elementos: (rever as tendas, toldos, material de cozinha, sisal, ....)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Acampar...

Acampar significa viver saudavelmente ao ar livre e divertir-se, adaptando os hábitos próprios ao ambiente e a circunstâncias um pouco diferentes das que se têm normalmente em casa.

A parte mais agradável da vida do jovem nos Escuteiros é o acampamento. Viver ao ar livre, sob o olhar de Deus e das estrelas, no meio das colinas, das árvores, das aves, do mato, do mar e dos rios, ou seja, viver com a natureza, dormindo numa tenda, cozinhando e explorando por sua conta, tudo isto dá saúde e alegria coisas que não se podem experimentar entre o cimento e o fumo da cidade.

Claro que surgem sempre muitos problemas a resolver e alguns imprevistos a superar. Por exemplo, a escolha do mínimo indispensável que se deve levar para o acampamento. Contudo, é nestes desafios que os jovens desenvolvem a auto-suficiência, encontrando, na sua capacidade manual e na sua imaginação, os recursos necessários para se desembaraçarem e tornarem alegre e divertida a viagem, a estadia, a confecção dos alimentos, ou arranjar um abrigo para a noite.

O acampamento é um momento marcante na vida de um Escuteiro, onde os jovens tomam verdadeira consciência da alegria que se experimenta a viver e a trabalhar com os seus irmãos Escuteiros. É o momento privilegiado para se enraizar e desenvolver o espírito de Patrulha; é aqui que nascem recordações comuns, que se criam tradições.

Baden-Powell, no "Escutismo para Rapazes", deixou a seguinte nota para os pais relativamente aos acampamentos:

"O campismo é a grande atracção que chama o rapaz para o Escutismo e oferece o melhor ensejo para o ensinar a confiar em si próprio e a cultivar a iniciativa, além de contribuir para o seu robustecimento.
Há pais que, não tendo nunca experimentado a vida de campo, olham os acampamentos com desconfiança, julgando-o demasiado áspero e arriscado para os filhos. Mas, quando os vêem voltar cheios de saúde e alegria manifestas, e moralmente desenvolvidos em personalidade e sociabilidade activa, não podem deixar de apreciar os bons resultados de uma tal digressão.
Espero, pois, sinceramente que se não impeçam os rapazes de se entregarem a diversões desta natureza."

sábado, 24 de novembro de 2012

Grandes Exploradores - SERPA PINTO

"Assim como só o homem que, sendo pai, pode compreender a dôr pungente da perda de um filho, assim também só o homem que foi explorador pode compreender as atribulações de um explorador. Há sentimentos que se não podem avaliar sem se haverem experimentado."

Serpa Pintofoi um dos últimos heróis portugueses do século XIX, nasceu a 20 de Abril de 1846 e morreu a 28 de Dezembro de 1900.
Depois de ter participado em várias expedições, Serpa Pinto foi nomeado para fazer parte, conjuntamente com Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, da expedição portuguesa ao centro de África em 1877, tendo por missão estudar as relações hidrográficas do Congo, do Zambeze e do Cuango, e as regiões entre Angola e Moçambique
O seu desejo de tentar a travessia de África, em vez de efectuar um simples reconhecimento das regiões interiores, levou a que se separasse dos acompanhantes. Serpa Pinto dirigiu-se para Leste, atingiu o curso do Zambeze e atravessou o continente africano até Durban, onde chegou em 1879. 
Da travessia ficou o notável relato do próprio Serpa Pinto, com o título Como Eu Atravessei a África
A sua expedição produziu efeitos consideráveis, contribuindo para o conhecimento do continente negro e para o prestígio internacional de Portugal no contexto das nações imperiais da segunda metade do século XIX. 
Mais tarde, enquanto governador-geral de Moçambique, esforçou-se por implantar a soberania portuguesa no interior de África e na sua qualidade de explorador e administrador colonial português, percorreu vastos territórios da África central e meridional e fez o reconhecimento e o mapeamento do interior do continente.  
Pelas suas explorações e aventureirismo, Serpa Pinto integra o imaginário colectivo do explorador português do século XIX.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

ACAMPAR COM AS ESTRELAS

A noite cai numa densa floresta. Entre altas árvores, numa clareira, um grupo de estudantes e professores entram nas respectivas tendas e despedem-se de mais um dia. Mas nem toda a gente consegue dormir. Um professor sai sorrateiramente de uma das tendas sem saber que é seguido por dois alunos. Surpreendido, o docente confessa o seu fascínio pelo céu límpido, onde brilham milhares de estrelas e planetas, cada um com a sua história. Depressa contagia os alunos, a quem se junta mais uma colega. Começa assim uma noite de descobertas sobre o cosmos para três jovens e a trama da nova sessão do Planetário do Museu de Marinha, intitulada "Acampar com as estrelas".

Galáxias, nebulosas, pulsares, buracos negros. As histórias que o Universo conta... Ao longo da noite, Pedro, Luís e Sofia descobrem a razão por que na Terra existe vida, o porquê da Lua às vezes ser nova e noutras estar cheia, qual o destino do Sol, a razão da existência das estações do ano e até ficam a saber que, também no espaço, há estrelas com preferências clubísticas.

"Acampar com as estrelas" é um filme a 360 graus. Com a abóbada do planetário por ecrã, a película combina banda desenhada, música e efeitos sonoros com imagens simuladas do verdadeiro céu estrelado e até imagens da NASA. Mas, mais do que um filme, "Acampar com as estrelas" é uma lição dada de forma diferente.