segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Acampamento de Patrulha (1)

"A chuva faz-nos lembrar que não somos escuteiros de verão que só gostam de acampar nos dias mais bonitos do ano. O esforço complementar tem o seu fruto, os laços de companheirismo sairão reforçados após noites de franca e saudável discussão, do convívio acompanhado de boa disposição." 


Caros Exploradores,


Começamos por pedir desculpa pelo atraso desta informação, mas estivemos até à úlima da hora a aguardar resposta da CP quanto às perturbações dos comboios regionais no sábado de manhã. Efectivamente, vai haver comboio...

Então é mesmo verdade que vamos acampar! Ainda que chova, lá vamos nós para o Parque Permanente do Bonito, no Entroncamento, jogar este maravilhoso jogo que BP nos deixou, que é o Escutismo, utilizando a saudosa figura do Tintim. Será um acampamento de Patrulha e cada Patrulha escolheu a sua história, o seu imaginário.

O nosso encontro será no sábado, dia 12, na Estação do Oriente, às 07h30, estando prevista a nossa chegada para as 17h00 de Domingo, dia 13, no mesmo local.

O orçamento desta actividade é de 15,00 €uros por elemento.
Todos os elementos deverão levar um pequeno lanche para meio da manhã de sábado, bem como o almoço frio para sábado.
Lembramos que todos os elementos se devem apresentar bem uniformizados (à excepção dos novos que ainda não tenham uniforme). Quem não tiver boné escutista ou chapéu de BP, não embarca.
Chamamos a atenção para a necessidade de agasalhos quentes para a noite, pois as noites em campo são muito frias.É muito importante que levem um gorro que ajuda a evitar a perda de calor do corpo pela cabeça. Como é previsto que chova, não esqueçam o impermeável.
Em campo, todos nos desfardamos. É aconselhável uma roupa confortável para estarem à vontade durante o dia e um fato de treino para dormirem..
Todo o material que foi destinado a cada um deve ser colocado dentro da mochila. As bilhas de gás vão no carro do Daniel, por isso, devem ir na mão até à estação do Oriente para rapidamente se levarem para o carro.

Não são permitidos telemóveis em campo ou qualquer outro equipamento electrónico. Os chefes terão sempre os seus telemóveis ligados e, salvo alguma excepção que o justifique, em caso de necessidade, somos nós que ligamos aos pais.

Aproveitamos a oportunidade para solicitar aos Pais que nos confirmem os vossos contactos telefónicos para garantirmos que vos poderemos contactar se necessário. Também nos faltam alguns contactos de e-mail, por isso, se detectarem as faltas, agradecemos que nos alertem para o facto.
 A Ficha de Autorização de participação na actividade  deverá ser devolvida preenchida e assinada pelo encarregado de educação.

Uma canhota e até sábado.

Sempre alerta para servir,

Patrulha Mexilhão

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

VOLUNTARIOS RECUPERAM ESCOLA

Os nossos Caminheiros estiveram lá...

domingo, 30 de outubro de 2011

HERGÉ - TINTIM

O autor de TINTIM deu os primeiros passos na banda desenhada ainda no Escutismo, ao qual pertenceu.
Georges Remi, nasceu a 23 de Março de 1907, em Bruxelas, na Bélgica.
Em 1920, passou a estudar no colégio católico de Saint-Boniface, entrando para o Grupo de Escuteiros ali existente. O seu totem pessoal era Raposa Curiosa, embora tenha sido Guia da Patrulha Esquilo.
Foi no escutismo que encontrou um código de conduta, principios e o entusiasmo nos quais se reconhecia. Corporizou-os depois em Tintim que é tão escuteiro como repórter.
Os seus primeiros desenhos foram publicados no jornal escutista do seu grupo, o “Jamais Assez”. Em 1923 já tinha os seus trabalhos publicados na revista mensal “Le Boy-Scout Belge” e no ano seguinte, começou a assinar as suas bandas desenhadas com o pseudónimo de Hergé. O seu pseudónimo provém das iniciais do seu nome, por ordem inversa: R.G.
Depois de sair da escola, passa a trabalhar no jornal diário “Le XXe Siècle”, em 1925, na área das assinaturas de clientes, continuando a desenhar as “Extraordinárias aventuras de Totor” (banda desenhada criada em 1926) na revista escutista “Le Boy-Scout Belge”.
Em 1927 cumpriu o serviço militar obrigatório e no ano seguinte regressa ao jornal, sendo nomeado redactor-chefe do “Petit Vingtième”, um suplemento semanal para jovens do “Le XXe Siècle”.
Em Janeiro de 1929 nasce “Tintim e Milú”, neste mesmo suplemento. O primeiro álbum de Tintim, “Tintin, repórter au pays des Soviets” publicou-se em 1930, lançando-o definitivamente no caminho do sucesso.
Hergé colaborou durante vários anos com os Escuteiros belgas, ilustrando revistas, calendários e postais.
Faleceu em 3 de Março de 1983, em Bruxelas.
in "Carolas", boletim do Clube Português de Coleccionadores de Objectos Escutistas, Abril 2006

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

YOUCAT, um catecismo para jovens

“Deveis conhecer a fé como um músico conhece o seu instrumento e deveis estar profundamente radicados na fé dos vossos pais para poder resistir com força aos desafios e tentações do nosso tempo”
Papa Bento XVI
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 YOUCAT, Youth Catechism, trata-se de um catecismo pensado fundamentalmente para os jovens, com uma linguagem apropriada, com muitas imagens e textos complementares.

YOUCAT foi desenvolvido por um número considerável de padres, teólogos e professores de religião sob a tutela do cardeal Christoph Schönborn.

YOUCAT foi o Catecismo Jovem oficial das Jornadas Mundiais da Juventude de Madrid e foi lançado simultâneamente em 10 línguas diferentes.
O Papa Bento XVI contribuiu com o prefácio no qual recomenda fortemente a leitura do Catecismo e a versão portuguesa conta ainda com posfácio do Cardeal-Patriarca D. José Policarpo.

Nas suas palavras, o YOUCAT é um instrumento para «levar os jovens, numa linguagem mais compreensível, a aprofundar a Fé da Igreja, lendo de novo e de maneira nova, o Catecismo da Igreja Católica. É o reconhecimento claro de que há uma cultura jovem, onde as novas linguagens exercem importância decisiva.(…) E evangelizar os jovens é ajudá-los a mergulhar nesse tesouro preciso da fé da Igreja. Aderir a ela é muito mais grandioso e apaixonante do que uma fé individual, ao sabor de uma liberdade mal compreendida. O nosso mundo actual, na nova era da globalização, corre o risco de se tornar numa “cacofonia” de teorias, de visões da vida, de propostas éticas. Só a fé da Igreja, com a grandeza de uma Tradição, ajudará os jovens, sem se negarem ao confronto com esse universo apaixonante, construírem solidamente a sua identidade cristã. Só aí eles poderão alicerçar solidamente a sua busca da verdade, a generosidade do amor e o desejo de fidelidade.»

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Serviço à Comunidade

No dia 29 de Outubro a Associação de Pais da Escola Primária de Alfragide vai pintar os muros da escola.
Se quiseres fazer a tua BA nesse dia junta-te a nós.
Traz o rolo , a trincha e o farnel para o almoço, e claro... a boa disposição!!! O Clã 70 vai ajudar... e tu???
texto enviado pela Sónia Borralho

domingo, 23 de outubro de 2011

ACAMPAMENTO DE PATRULHA

Acampamento! Escutista, claro.

Uma das maiores virtudes que vejo nos acampamentos, é o desenvolvimento da autonomia dos miúdos.

Nos exploradores, concretamente, consegues operar e ver grandes mudanças nos miúdos, no espaço de meses, se os levares a acampar frequentemente. Aquele miúdo de 11 anos que acabou de entrar para o grupo, muito citadino, calcinha vincada, gel no cabelo, incapaz de se dobrar para apanhar alguma coisa do chão, que nunca tocou num tacho nem num esfregão da loiça, transforma-se, em poucos meses, num mocinho desembaraçado, para o qual tudo tem uma solução rápida e nada é impossível. Está tão à vontade no seu campo de patrulha como no sofá em casa.

Este desenvolvimento só se consegue se lhes proporcionarmos uma série de experiências e dificuldades, que se vejam obrigados a ultrapassar. Dificuldades, obviamente, naturais, daquelas que os pata-tenras sentem num acampamento, só por já não estarem em casa.

Devolver à panela a massa que caiu na terra, correr atrás do cantil que saltou da mão e foi ribeiro abaixo, gramar o sal que se meteu a mais no arroz, tropeçar nas espias da tenda vezes sem conta, ganhar bolhas nas mãos de tanto puxar pelo sisal, acordar com as botas molhadas pela humidade da noite, dormir em cima daquele pauzinho que ficou esquecido debaixo da tenda, ir de camisa do uniforme amarrotada para a missa, descobrir que a faca-de-mato não corta nada e devia ser afiada antes de ir para o acampamento, rapar frio de noite porque julgava que fazia calor 24 horas por dia, ver a tenda infestada por formigas em busca das migalhas das bolachas, entornar o molho da massa com carne em cima das pernas por causa do prato demasiado raso, acabarem-se as pilhas da lanterna logo na primeira noite, ensopar a carteira que se trouxe desprotegida, o saco-cama que não volta a caber no saco de origem, e por aí fora.

Todas estas situações ajudam o miúdo a criar em si próprio autonomia e a ser mais expedito. Naturalmente e com muito humor pelo caminho.

Pessoalmente, prefiro os acampamentos mais curtos, aos mais longos. Antes 3 acampamentos de fim-de-semana até à Páscoa, do que depois um acampamento de uma semana na Páscoa. Porquê? Porque são 3 vezes que eles montam as tendas, 3 vezes que se têm de adaptar ao terreno e às condições, 3 vezes que têm que arrumar a mochila, 3 vezes que têm que organizar e preparar o material individual e de patrulha, 3 vezes que viajam com a “tralha” toda, 3 vezes que desmontam as tendas, 3 vezes que regressam de um acampamento e têm que arrumar e acondicionar o material para voltarem a usar no próximo, 3 vezes que têm que pensar na ementa. E, mais importante que tudo, 3 oportunidades que têm para melhorarem os aspectos negativos que encontraram no acampamento anterior.



O nosso objectivo, no Escutismo, é educar os miúdos, e não proporcionar-lhes divertimento contínuo, como se andássemos a correr contra o relógio.

Ainda o acampamento serve para desenvolver os laços que unem os membros das Patrulhas. Já BP defendia os acampamentos com pouca gente (Unidades) e de forma a que as patrulhas ficassem distanciadas umas das outras. Uma espécie de isolamento. Uma oportunidade para o Guia de Patrulha desenvolver a sua missão de orientar a Patrulha.

As vivências e experiências únicas vividas pelos membros da Patrulha, contribuem para fortalecer o Espírito de Patrulha. Ficam histórias e aventuras que apenas aqueles elementos viveram e partilham. Há quem defenda a ideia de que é preferível acantonar do que acampar, porque, para além de se continuar a dormir no chão e se poder fazer as mesmas actividades ao ar livre como num acampamento, ganha-se muito tempo para as actividades em si. Que é como quem diz, não se perde tempo em construções e montagem de tendas e as refeições cozinham-se mais rapidamente - de preferência se for feita comida para o grupo todo, em vez de cada Patrulha fazer a sua.

Ora, aí está um conceito que não tem muita relação com o Escutismo e com a importância do acampamento. Nós não levamos os miúdos a acampar para eles se divertirem apenas, mas para que esse acampamento possa ser um motor do seu próprio crescimento, sendo que muitas das tarefas que realizamos tradicionalmente nos acampamentos, como montagem de tendas, construções e culinária, têm aí um papel importante.
texto extraido de http://www.derivas.org/

domingo, 16 de outubro de 2011

Jamboree no Ar / CT4BB

Este ano o 412 participou no Jamboree no Ar com uma Estação Radio e com apoio do Grupo de Radioamadores de Cascais, a quem deixamos aqui uma forte canhota de Agradecimento.
Contacto de CR5FSA (Núcleo de Santo André do Barreiro) com CT4BB no Agrupamento 412 no AO51.

Clica aqui para ouvires