sexta-feira, 17 de abril de 2009
ACAREG - Pagamentos
Até 26 Abril – 20 €
Até 30 Maio – 25 €
Até 27 Junho - 25 €
Até 25 Julho – valor dos transportes (estimativa 15 €)
Sendo o pagamento de Abril uma (re)confirmação da inscrição, solicitamos que seja realmente efectuado até ao dia 26.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
AVENTURA - Actividade Típica da II Secção
O rapaz sente necessidade de encontrar um círculo de amigos, de se reunir com eles, de jogar em grupo, de sentir emoções fortes, enfim de sonhar com grandes aventuras.
Assim, a Equipa de Animação deve motivar o aparecimento de várias Aventuras, que incluirão pequenas expedições, grandes e pequenos jogos, actividades de ar livre e muitas outras coisas.
A Aventura é o elemento místico que preside à Unidade dos Exploradores, e toda a mística tem o seu ambiente, os seus relatos, as suas personagens, os seus ritos, etc.
Nesta Secção evolutiva, dos 10 aos 14 anos, é necessário um ambiente místico real ou que possa ser real; centra-se na ideia da descoberta. É a descoberta das suas próprias possibilidades pessoais, exercitadas mediante a descoberta do seu envolvimento geográfico.
A Aventura deve ser:
Autêntica: Que suponha ser uma actividade com certo risco a superar.
Adequada: Para que as suas possibilidades evolutivas tendam a superar-se, porém, sem descurar as possibilidades de êxito.
Ambiente "selvagem": Nesta Secção a Natureza cria muitas possibilidades de Aventuras, que fomentam algumas aprendizagens básicas de destreza e de organização, sem recusar o ambiente urbano que também tem possibilidades de descoberta social.
Tal como já foi dito, a Aventura é toda a vida da Unidade. Esse espírito ou ambiente da Aventura concretiza-se em determinadas actividades. Depende do grau de maturidade do Grupo, ou seja, da rodagem em anos anteriores, da experiência dos responsáveis, do meio sócio-educativo dos componentes da Unidade, que estas actividades surjam da iniciativa dos Exploradores, ou sejam bem induzidas, ou propostas pelos responsáveis.
Estes preferirão propor oficinas para realizar as aprendizagens ou actividades curtas e muito animadas para entrar em rodagem. Prepara-se assim o terreno para uma Aventura concreta.
Esta surge quando uma série de ideias flutuam no ambiente do Grupo. Ideias que apareceram depois das Patrulhas terem realizado uma série de actividades e algumas aprendizagens concretas, e, assim, se vêem capazes de empreender algo mais forte, mais interessante. Algumas vezes, pode surgir o "clarão" e criar-se uma motivação; outras, são os responsáveis que criam o ambiente preciso, para que as possam idealizar.
1. Escolha - Apresentar, idealizar, criar, inventar, sensibilizar, eleger...
2. Preparação - Planificar, organizar, aprender, enriquecer, testar...
3. Realização - Viver o projecto, a acção, os jogos, as competições...
4. Avaliação - Avaliar, celebrar, festejar, agradecer...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Via Sacra - Exploradores
"todos devem empenhar-se em tudo o que contribua para a justiça e a paz no mundo" - D.Manuel Clemente Os elementos do Grupo Explorador estiveram em representaçao do Agrupamento e enquadrados no dia do 412.
Como escuteiros Católicos, temos a responsabilidade de aperfeiçoar e aprofundar a nossa amizade e seguimento de Cristo e com Cristo.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Nós - Botoes em Cruz, em Esquadria e Tripé
Bitola - perímetro ou circunferência do cabo e é expressa em polegadas ou milímetros;Cabo - Reunião de fibras vegetais, fios sintéticos ou metálicos, torcidos de modo a constituir um todo capaz de aguentar esforços relativamente severos e continuados;
Chicote - nome dado a extremidade de um cabo;
Corda - produto feito de cordame, feito com filaças ou fios entrelaçados entre si
Esganar - dar voltas em cruz, comprimindo outras já dadas em botão;
Falcassa - trabalho feito nos chicotes para evitar que se desfaçam;
Morder - entalar, apertar o cabo impedindo que corra;
Nó - entrelaçamento de cabos, quer para os unir entre si, quer para os ligar a um objecto.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Acampamento de Alcateia

Data: 4 a 6 Abril 2009
Local: Colégio de S.José - Ramalhão
Tema: No Reino do “Eles”
Objectivo: Recuperar a “Vara dos Cálices Dourados” e libertar o Rei
Bem vindos ao Reino de Siri Ocra, um Reino que vivia em paz e alegria até um terrível acontecimento o lançar na escuridão.
Certo dia, os ventos do Norte trouxeram até nós uma pavorosa bruxa malvada que queria apoderar-se do Reino. O nosso Rei, Aleuqa, fez-lhe frente mas Ac, a bruxa, lançou-lhe um feitiço: prendeu o lado bom do Rei atrás de uma porta mágica, fazendo com que o nosso soberano ficasse tão mau como ela.
Temos que salvar o Rei e trazer de volta o sorriso e a alegria aos camponeses de Siri Ocra. Para isso, há coisas a serem feitas. Os guardiões do Reino, Ulab e Areugab, possuem uma vara, a “Vara dos Cálices Dourados” que consegue abrir a porta.
No entanto, os cálices foram roubados e estão em poder de Aleuqa. A vossa função, queridos camponeses, é recuperarem através de difíceis provas, o cálice que corresponde à vossa aldeia (cada bando constitui uma aldeia) e entregarem-nos aos guardiões para que eles possam arranjar a vara e com ela abrir a porta mágica, salvando o Rei. Têm também que recuperar a espada perdida que é o único objecto que consegue matar Ac.
Durante estes dias, vão ganhando poções mágicas, umas boas, feitas pelos guardiões, e outras más, feitas por Ac. Cada poção tem uma mensagem em código e vocês têm que a decifrar para ganharem pontos e para saberem quais vos trarão energia e quais vos provocam terríveis doenças.
Contamos com vocês para que Siri Ocra seja feliz outra vez.
Boa Caça.
Enviado por Pipa
sexta-feira, 27 de março de 2009
O MÉTODO ESCUTISTA
• Uma Promessa e uma Lei.
• Uma educação pela acção.
• Uma vida em pequenos grupos (a patrulha), envolvendo, com o auxílio e o conselho de adultos, a descoberta e a aceitação progressiva de responsabilidades pelos jovens e uma preparação para a autonomia com vista ao desenvolvimento do carácter, à aquisição de competências, à confiança em si, ao serviço dos outros e à capacidade quer de cooperar, quer de dirigir.
• Programas de actividades variados, progressivos estimulantes, baseados nos interesses dos participantes,incluindo jogos, técnicas úteis, e a realização de serviços à comunidade; estas actividades desenrolar-se-ao, principalmente, ao ar livre, em contacto com a Natureza.
sábado, 21 de março de 2009
A Quaresma
«Cristo fez-Se pobre por vós» (cf. 2 Cor 8, 9)
A Quaresma é tempo de meditação. Este período litúrgico que vai da Quarta-feira de cinzas à Quinta-feira santa, marca a preparação dos crentes para a grande festa da Páscoa. A Quaresma surgiu no século IV, a seguir à paz de Constantino, quando multidões de pagãos quiseram entrar na Igreja.
Durante 40 dias, os crentes são convidados a um período de penitência, pelo jejum, caridade e oração. Os cristãos recolhem-se em reflexão para se aproximar de Deus. É tempo de tomarmos consciência dos nossos pecados e arrependermo-nos pelo mal praticado. O arrependimento leva ao desejo de expiação e reparação.
O objectivo é a reconciliação com Deus. Como escuteiros Católicos, devemos fazer desta Quaresma um tempo forte de encontro com Jesus Cristo para avaliarmos a maneira como temos sido seus amigos e seguidores. E temos também a responsabilidade de aperfeiçoar e a aprofundar essa nossa amizade e seguimento de Cristo e com Cristo.
texto enviado por Daniela Reis, Animadora da II Secção.